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Esse é o vídeo de divulgação de uma prova de Trail Running mais engraçado que você verá este ano…
set26
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Vídeo do Corupá Extreme Marathon
ago06
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Crônica dos Perdidos
jul23

Crônica dos Perdidos

Há 10 meses, vivi um grande momento neste esporte que escolhi para fazer e que é, para mim, um dos mais gratificantes que já pratiquei. Gratificante pelo estilo ao ar livre, pelas paisagens, pelo companheirismo incondicional e pelo desafio constante e crescente à cada prova que é a Corrida de Montanha. Minha estréia nas corridas de montanha foi em 2011, no Morro da Cruz em Colombo-PR. “Sofri feito cão”, mas adorei cada km dos 12 percorridos. Bom, voltando há 10 meses, em 12/10/2013, completei em 7h41 os 40km da Short Mision da Serra Fina. Para mim, um grande feito! Principalmente, porque fiz a prova bem disposto e completei com a sensação de que podia ainda correr mais uns 10km, além dos lugares incríveis pelos quais passei. Para este ano, novos desafios. Preparei um calendário progressivo, visando chegar na Serra Fina novamente e fazer os 80km desta vez. No caminho, estava a Maratona dos Perdidos, que em sua segunda edição seria um grande desafio, só não maior que a primeira edição, onde as histórias de mau tempo e dificuldades do percurso em si mostravam que esta não é uma prova qualquer. Na madrugada do dia 19 de julho, cheguei ao ônibus para o transporte até a base do Morro dos Perdidos, em Tijucas do Sul. No ônibus, a conversa não poderia ser outra: “A prova é dura”, “me preparei assim”, “treinei de tal forma”, “não treinei o quanto queria” e assim por diante. As 4:20 saímos da Praça Oswaldo Cruz em Curitiba e praticamente uma hora depois com o céu ainda escuro, desembarcamos na chácara do Osmarildo que serve de QG para a turma de destemidos dispostos a enfrentar os insanos 44km da prova. Bom, a prova dos Perdidos começou muito bem. O dia estava perfeito para uma corrida de montanha. Céu limpo e um frio característico da região de serra. A subida do Morro dos Perdidos, de 6km, mostrava um visual que poucas vezes treinando por aquelas bandas consegui ver. Quase chegando nas antenas encontro com o Luiz Voronovicz (na verdade ele me alcançou e passou), com sua disposição e simpatia costumeiras. Então a paisagem se descortina naquele dia claro e mostra uma visão ótima lá de cima. Logo depois encontro com o Fabio “Japa” no topo e bora descer! A descida já não tinha a mesma velocidade de outrora por conta da lesão no joelho, o que criou um receio crescente de uma torção de joelho ou outra lesão, mas continuei mesmo assim. Lento e constante cheguei de volta à estrada, onde um trote me levou até a trilha da cachoeira e depois a uma subida forte na...

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Já ouviu falar em Avulsão?
jul22

Já ouviu falar em Avulsão?

Recentemente participei de um treinamento para ser brigadista do prédio onde trabalho, dentre os assuntos abordados o que chamou mais atenção foi a fotografia de uma mão com um dos dedos decepados, ficando apenas um pequeno pedaço do osso. A imagem representava uma avulsão anelar (avulsão é o ato de rasgar o corpo), trata-se de um ferimento causado por um anel; eventualmente a vítima prende o anel em algo e ao tentar soltar ocasiona o ferimento. O exemplo mais comum ocorre ao descer / descarregar um veículo (normalmente caminhões), o individuo prende o anel em algum gancho ou prego e no momento da queda  o corpo da vitima é lançado e todo seu peso é multiplicado fazendo com que ocorra a dilaceração do dedo, outro exemplo, uma pessoa que se estica em uma prateleira alta para alcançar algo e fica presa em um prego não visível. Se apenas no uso diário do anel os riscos de avulsão são altos, imaginem na prática do trail running, na mesma hora imaginei um corredor em uma trilha prendendo o anel em um galho, ou apoiando as mãos em pedras e prendendo o anel. Desde que comecei a correr sempre tiro a aliança, uma para não perde-la e outra que já tinha essa ideia que poderia me machucar, só não imaginava a gravidade do ferimento. Então fica a dica, vai correr em trilha, montanha, ou mesmo na rua deixe a sua aliança, pulseira, corrente e anéis em casa, um gesto super simples que pode te salvar de ter que passar por um sofrimento desnecessário. Abraços, cuidem dos seus dedinhos e até a próxima! Ps: Não postei nenhuma foto, pois não é uma imagem legal de se ver, mas quem tiver curiosidade faça uma pesquisa por “avulsion finger”  no Google...

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Entrevista com Mari Almeida
jul01

Entrevista com Mari Almeida

Olá amigos corredores, hoje como entrevistada do TrailRunningNet temos a  corredora Mari Almeida. Tive o prazer de conhece-la  no Corupá Extreme Marathon em fevereiro deste ano, e nessa era de redes sociais, acompanhei seu crescimento em corridas de montanha, fiz o convite para a entrevista, ela aceitou e aqui estamos! Mari Almeida iniciou no universo das corridas em 2012, natural da cidade de Cascavel no estado do Paraná, aos 13 anos mudou-se para a bela e simpática Jaraguá do Sul no estado de Santa Catarina onde reside desde então. Formada em Pedagogia, atua como coordenadora do setor de desenvolvimento em uma confecção, tem 2 filhos, um deles já contaminado pelo “vírus” da corrida.   No Corupá Extreme Marathon em fevereiro de 2014, corremos um trecho juntos e me lembro que você disse que aquela era sua primeira prova de Corrida na Montanha, quais foram as suas impressões sobre essa prova em particular? Verdade, Diego foi minha primeira corrida de montanha, mas em trilhas já sou antiga, já fiz muita trilha/trekking em montanha na região de Curitiba e  em 2013 fiz uma das trilhas Inca no Peru, foram 4 dias de trekking intenso, chegamos a  5 mil metros de altitude, muita chuva, frio, vento, neve, lama e muita adrenalina nos trechos mais complicados. Sobre a prova de Corupá posso te dizer sinceramente que foi ali que me apaixonei pelas corridas de  montanha. Prova intensa, pesada, mas deliciosa! Não tinha ideia do que ia encontrar pela frente. Fui com a cara ou pernas no caso  e a coragem,  muita confiança e incentivo dos amigos e treinadora  que ficaram as 4 horas que demorei pra fazer os 24km, me esperando ansiosos e preocupados pois viam os outros corredores chegar sujos, machucados, e eu não aparecia, quando apontei na ultima reta de asfalto estavam todos me esperando, fui muito emocionante, ali vi que tinha me superado  e confesso que chorei muito. Mas eu curti muito a prova, bati muitas fotos pelo caminho, fiz amigos, me diverti  muito. Foi cansativa, mas terminar esse tipo de prova bem é uma vitória  e a sensação de superação é indescritível e Subir ao pódio em 2º lugar na categoria então foi demais!! Desde Corupá a acompanho pelo Facebook e vejo que seu currículo de Trail Running aumentou, poderia nos destacar outras provas que participou? Sim, como disse me apaixonei e estou procurando essas provas pra participar. – Mountain da Praia do Rosa em maio 21Km. – Cross aqui em Jaraguá de 6Km. – Desafrio em Urubici em dupla subi os 27Km. E agora em julho a Maratona dos Perdidos 13Km. Esse ano você participou da Maratona de Santiago, como foi a...

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(Review) Avaliação dos Óculos Arroyo Pack ORAO
jul01

(Review) Avaliação dos Óculos Arroyo Pack ORAO

Olá pessoal, Estreando a sessão de review do site, falarei sobre um item de proteção muito importante para quem corre em trilhas e ou montanhas. Um dos órgãos mais delicados do nosso corpo são os olhos, não preciso nem citar a enorme importância que estes dois carinhas tem, mais do que uma recomendação, creio que temos obrigação de mantê-los protegidos. Um galho, um inseto, uma pedra, ou qualquer objeto estranho que colidir com os olhos podem causar graves lesões, em casos mais graves levando até a perda da visão, então é melhor não vacilar. Para evitar ou diminuir esses riscos considero item obrigatório o uso de óculos de proteção durante a corrida (desde que rio Nhundiaquara levou os meus eu não usava o que me causava certa insegurança). A ORAO (Marca da Decathlon), trouxe um produto projetado exclusivamente para este fim. Trata-se dos ÓCULOS DE CICLISMO E CORRIDA ARROYO PACK ORAO, que acompanha 4 lentes que atendem todas as  condições climáticas. Comprei os óculos na loja física Decathlon Barigui, mas o mesmo pode ser adquirido por R$ 99,90 (mesma preço da loja física) através do link: http://www.decathlon.com.br/saude-e-oculos-37631/optica/oculos-para-ciclismo-e-corrida/oculos-de-ciclismo-e-corrida-arroyo-pack-orao_35755?cor=cinza Os óculos acompanham um belo case, muito resistente e bonito, traz 4 lentes (Preta, Amarelo, Transparente e um Marrom rosado), manual e lenço de limpeza, a qualidade realmente impressiona. Fiz a estreia dos meus óculos em um treino de 16Km no Morro do Araçatuba, num percurso repleto de subidas íngremes em pedras, campos de altitude com fortes ventos e trilhas fechadas.  A primeira impressão positiva que tive foi relativo a leveza, os óculos tem apenas 30g, depois de alguns minutos de uso, passei a não senti-lo. O dia estava frio e com neblina, escolhi a lente amarela para o treino, o percurso se inicia com uma trilha  coberta de árvores que mesmo em dias claros é escura, a visibilidade com os óculos manteve-se boa durante toda trilha. Assim que saí da trilha, tivemos neblina e fortes ventos, mais uma vez os óculos foram de grande valia, primeiro no quesito proteção contra o vento, desde criança meus olhos são muitos sensíveis, uma leve brisa gelada e já começam a lacrimejar, apesar dos óculos não serem envolventes, as lentes formam uma boa proteção contra o vento, e a visibilidade com a lente amarela na neblina é muito boa, é como comparar a qualidade de imagem de uma tv analógica  e uma digital Full HD, o ganho de definição e contraste é considerável. Após a subida até o cume do Araçatuba, o tempo abriu e foi hora de correr na Lapinha, se inicia uma descida em meio a campos de altitude com trilhas enlameadas onde levei 3 tombos, na velocidade da corrida e...

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100K do Indomit Costa Esmeralda Ultra Trail 2014
maio28

100K do Indomit Costa Esmeralda Ultra Trail 2014

Participei no dia 17/Maio da 1ª Edição do Indomit Costa Esmeralda Ultra Trail, na modalidade 100K. Em primeiro lugar, quero parabenizar os organizadores, pois a prova além de ter um lindo trajeto, foi impecavelmente organizada. Staffs bem informados e atenciosos, trajeto bem sinalizado, postos de apoio repletos de comida, bebida e pessoas bem humoradas incentivando os atletas. Não percebi nenhuma falha em termos de organização. Bem, vamos ao relato… A minha maior prova até então havia sido a Corupá Extreme Marathon (TRC) em Fev/2014, na qual a distância oficial foi de 46K e a mostrada nos dispositivos de GPS dos corredores foi de quase 50K. Seja considerando 46K ou 50K, o salto de distância para a modalidade de 100K seria bastante considerável para a minha experiência em Corridas em Montanha. Para contextualizar como foi a minha preparação para o Indomit, quero voltar um pouco a Corupá. Naquela prova me preparei praticamente sozinho, embora os grandes amigos Alessandro Muniz e Marcos Marinho tenham participado também da prova na modalidade de 23K. Foi uma prova bem dura na qual sofri muito, pois fiz grande parte dela com uma lesão muscular bastante grave. Ao final da prova estava meio traumatizado e disposto a fugir do mundo do Trail/Mountain Running, mas no dia seguinte percebi que apesar das incontáveis dores e sequelas momentâneas, eu estava viciado de vez neste esporte incrível e apaixonante. Fiz a pré-inscrição para os 100K do Indomit achando que não seria aceito, mas acabei sendo e o desafio estava lançado. Após Corupá, surgiram algumas conversas em um grupo de Corrida em Montanha no Facebook entre algumas pessoas que já se conheciam entre si de outras provas, sobre treinos preparatórios para o Indomit. Eu não conhecia ninguém, exceto pelo Alessandro Muniz. Viajei em férias enquanto os primeiros treinos rolaram, e quando voltei o Alessandro me colocou em contato com essa galera nota 10 da FC Trail, os quais mesmo conhecendo há pouco tempo já considero grandes amigos e parceiros das trilhas. Comecei a treinar com eles e fizemos alguns treinos em Campo Magro, Caminho Trentino e no Morro dos Perdidos. Não me sentia totalmente pronto, mas eis que chegou o dia e rumamos para Porto Belo para enfrentar o Indomit. Estávamos em 10 pessoas da FC Trail: 3 nos 100K, 3 nos 84K e 4 nos 50K. As largadas eram em horários distintos de acordo com as modalidades. À meia-noite de Sexta para Sábado (16 para 17 de Maio), estavam comigo prontos pra largar nos 100K os amigos Thiago Cerdeiro e Bruno Manfredini Barbosa. A adrenalina bateu mas estávamos todos animados e ansiosos. À meia-noite, cronômetro zerado, a buzina soou e largamos....

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Um tiro no pé
maio26

Um tiro no pé

É claro que apoiar um evento sem fins lucrativos é um tiro no pé para qualquer organizador de provas de corrida seja qual for, mas o que mais me espanta é como tratam isso. Quando um atleta TOP, com fama a nível Brasil está inscrito divulgam ao máximo o mesmo com pôster, mailing e tudo mais. Agora se o mesmo resolve montar um projeto com uma corrida FREE sem fins lucrativos só mesmo pelo espírito de corrida de montanha não tem apoio algum, nem um curtir no FACE sai para os mesmos não se exporem. Um esporte que serve para unir pessoas, gerações, famílias, é muitas vezes tratado com descaso por muitos. O problema é $$, só se pensa no dinheiro, às vezes é bom parar e refletir. Estou aqui apenas fazendo uma reflexão não estou achando culpados ou corretos, cada um que tire suas conclusões. Abraços à todos. Uma ótima semana. César...

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Fotos do INDOMIT Costa Esmeralda Ultra Trail – Parte 03
maio19
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Fotos do INDOMIT Costa Esmeralda Ultra Trail – Parte 02
maio19
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