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Travessia 7 cumes (Ciririca por cima), Serra do Ibitiraquire
set08

Travessia 7 cumes (Ciririca por cima), Serra do Ibitiraquire

Prólogo  Em fevereiro de 2016 eu, e os amigos Luiz Voronovicz , Dirceu, Poleto, Wagner e Robert, fizemos uma incursão a montanha Ciririca (≅1.705 m), na Serra do Ibitiraquari, casa do Pico Paraná (≅1.877 m) a mais alta montanha do sul do país, apesar do Ciririca não ser tão alto quanto o PP ele é considerado por muitos como o K2 paranaense (montanha da cadeia do Himalaia que a dificuldade de escalada é superior ao Everest) tamanha a dificuldade da trilha, e na ocasião descobrimos que a falácia não é apenas um mito, de longe foi a trilha mais difícil que eu tinha encarado até então, foram “apenas” 15 Km ida e volta com 1.500 m de ganho positivo que foram superados em 7h30m de tempo bruto, a trilha é caracterizada por muito sobe e desce de vales, raízes emaranhadas num solo escorregadio além de várias escaladas trepado em pedras e raízes. Após termos alcançado o cume do Ciririca que por sinal estava completamente fechado, voltando para a Chácara do Bolinha fui superar um obstáculo (acho que uma árvore caída),  alonguei demais uma das pernas e veio uma forte cãibra que me deixou no chão e me acompanhou por todo o longo caminho de volta, perdoem a extensa introdução, achei importante salientar o perrengue que passei nesse primeiro ataque ao Ciririca para introduzir a aventura a seguir, mais tenebrosa e recompensadora do que essa. Ontem tive um treino de humildade, saímos para fazer o Morro do Ciririca, vizinho do já conhecido Camapuã – Tucum que fazemos ida e volta em menos de 3 horas, o dono da Chácara do Bolinha disse que o Ciririca era apenas 4Km a mais, resultado mais de 7 horas de treino, 16Km e 1500m de desnível positivo em meio a lama, raízes e densa floresta atlântica, treino mais desafiador da minha vida, sofri muito com câimbras, antes disso achava que estava muito bem preparado #sqn pesquisando na Internet descobri que o Ciririca é conhecido como o K2 paranaense. Lugar maravilhoso e lindo mas tenso, na hora me perguntava o que eu estava fazendo ali, agora não vejo a hora de voltar. #trailrunner #trailrunning #montanha #ciririca #morrodociririca #seelacorreeucorro #trailrunningnet #mountain #rainforest #florestaatlantica #natureza Uma publicação compartilhada por Diego Denega (@trailrunningnet) em Fev 8, 2016 às 7:24 PST O início da aventura Ainda estou tentando concluir se os atletas que correm ou fazem trekking em montanhas tem a memória curta, ou são apenas meio masoquistas, no início do ano o amigo Fábio Japa falou que queria fazer o percurso chamado “Ciririca por cima”, que consiste em chegar ao cume do Ciririca passando por outros 6 cumes,...

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Como evitar cãibras durante a corrida
set04

Como evitar cãibras durante a corrida

Olá pessoal! Hoje vou dar uma dica rápida e simples de como prevenir cãibras durante atividades física, em especial a corrida, deixo claro que não sou médico, educador físico, nutricionista e nem especialista em nada da área médica ou esportiva, apenas um atleta amador que se alongava, bebia muita água e ainda assim sofria com cãibras. Meu parâmetro para decidir se uma prova ou treino foi satisfatório ou não, é simples, se terminei a atividade bem, sem dores foi bom, se senti alguma dor ou cãibra foi ruim, e aquela contração dolorosa e involuntária dos músculos que parece estar rasgando era o que mais me afligia em treinos longos, sempre fui de beber muita água no dia a dia e mais ainda durante a atividade física, então achava que estava bem hidratado, mas apenas a água para mim não era suficiente, a cãibra ocorre quando nosso organismo está dando sinais de que é preciso repor não só a água  mas também os sais minerais, como potássio (banana!!) e sódio. Se você está fazendo uma atividade intensa por um longo período e está tomando bastante água e não sente vontade de urinar, provavelmente está desidratado. Sem mais delongas a minha receita anti-cãibra é muito simples, na noite anterior ao treino/prova eu tomo água com soro fisiológico/reidratante, desses comprados na farmácia, o mais baratinho serve (2,00 reais), 1 litro é o suficiente, e durante a atividade carrego garrafinhas com soro ou mesmo no reservatório da mochila dependendo da distância, desde que comecei com essa prática nunca mais tive uma cãibra sequer, fica a dica! Abraços e até a...

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Ultramaratona dos Perdidos no Globo Esporte EU ATLETA
ago07

Ultramaratona dos Perdidos no Globo Esporte EU ATLETA

O Morro dos Perdidos juntamente com o Caminho dos Castelhanos e Morro do Araçatuba é considerado a santa trindade dos corredores de montanha aqui do Paraná, ao juntar os três percursos a TRC criou provavelmente a ultramaratona mais difícil do país com 105 Km e quase 5000 metros de desnível positivo (como referência a maratona do Everest tem “apenas” 2777 metros de ganho de elevação), ou seja diversão e sofrimento garantindo para os malucos que toparam encarar esse desafio. O Globo Esporte fez uma reportagem bem bacana da Ultramaratona dos Perdidos, já conferiu? Não?! Então acesse o link o abaixo e assista, nossa amiga Marta Buard foi um dos destaques nessa reportagem. http://globoesporte.globo.com/pr/eu-atleta/noticia/ultramaratona-dos-perdidos-mostra-garra-e-foco-por-centenas-de-quilometros.ghtml Um trecho da reportagem: Passar a madrugada, o dia correndo, percorrendo trilhas, montanhas e vales tudo em uma paisagem vista por poucos. Essa foi a Ultramaratona dos Perdidos, um desafio de 105 quilômetros em Tijucas do Sul e Guaratuba, no Paraná. A maratona dos Perdidos já é famosa e existe desde 2013, mas, desde o ano passado, a organização foi além, criou um novo percurso fazendo nascer umas das provas mais difíceis do Brasil. A primeira edição não saiu conforme o esperado. Culpa das fortes chuvas, que obrigaram aos organizadores a cancelarem por questões de segurança. Agora foi diferente. A noite estrelada na hora da largada mostrou isso. Os corredores começaram a jornada às 22h de uma sexta-feira, atravessando a madrugada pelos vales e encostas da região do Castelhanos, boa parte do trajeto em estrada. O maior desafio começou um pouco antes do amanhecer. A estrada deu lugar às trilhas e montanhas. Primeiro, o Morro dos Perdidos, depois o trecho final no Araçatuba, com 1673 metros de altura. Agora foi diferente. A noite estrelada na hora da largada mostrou isso. Os corredores começaram a jornada às 22h de uma sexta-feira, atravessando a madrugada pelos vales e encostas da região do Castelhanos, boa parte do trajeto em estrada. O maior desafio começou um pouco antes do amanhecer. A estrada deu lugar às trilhas e montanhas. Primeiro, o Morro dos Perdidos, depois o trecho final no Araçatuba, com 1673 metros de altura. O vencedor foi o carioca Chico Santos, com o incrível tempo de 12 horas, 58 minutos e 26 segundos. – Difícil, como uma prova deve ser. Eu me senti muito bem, sempre espero que seja difícil, pois entramos para competir. Um dia lindo que ajudou em todos os sentidos. No feminino, a vencedora foi Elizabeth Dias do Prado, com 18 horas, 17 minutos e 19 segundos. Das seis mulheres que largaram, apenas quatro concluíram, cada uma com suas histórias. Segunda colocada, Claudia Nogueira liderou boa parte...

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26 horas de Half Mision Brasil 2015!
jun27

26 horas de Half Mision Brasil 2015!

Antes de começar, quero ressaltar que este post está atrasado 2 anos, por minha única e exclusiva culpa. Então vamos lá! A Half Mision Brasil, realizada na cidade de Passa Quatro-MG, é uma franquia da corrida La Mision realizada na Argentina há 10 anos. Utiliza a Serra Fina na divisa entre Minas Gerais e São Paulo como percurso para uma prova de muita beleza e dificuldade. Tanto a beleza quanto a dificuldade ocorrem pelo terreno acidentado e sequencia de montanhas que a trilha percorre. A largada da prova deste ano ocorreu, assim como nos dois anos anteriores, na praça central de Passa Quatro às 09 da manhã com um ligeiro atraso. O clima entre os competidores era de muita descontração e companheirismo, típico das provas de corrida de montanha. Grandes companheiros de treino e de outras provas estavam juntos para esta aventura. Mochilas carregadas com bastante água, comida, agasalhos, primeiros socorros, capacetes e lanternas dão o tom da extensão da prova e das muitas horas que passaríamos desfrutando das belezas da Mantiqueira. Lado a lado, corredores das provas de 80 e 40 quilômetros iniciaram a corrida nas ruas de paralelepípedo da cidade até chegar a uma estrada de terra onde uma subida de 15k nos levaria ao primeiro posto de controle e início da trilha. Junto ao Refúgio Serra Fina, fizemos o reabastecimento de água, tivemos o número informado ao PC(Posto de Controle) e iniciamos por uma trilha íngreme e escorregadia em direção ao Capim Amarelo. Já tínhamos vencido uns 500m de desnível positivo até o refúgio e viriam mais 1000m até o alto do Capim Amarelo (2450m), em uma sequência de trechos de pedra e mato rasteiro alternados por trechos de mata fechada, sempre com muita subida. A vista neste trecho estava muito bonita, com montanhas escarpadas e um mar de nuvens que escondia a cidade de Passa Quatro e os vales no entorno. Para cima, as montanhas estavam iluminadas pelo sol da tarde e o vento esfriava o corpo a cada parada para descanso. No Capim Amarelo (outro PC) a prova seguiu um longo trecho por cristas e cumes de outras montanhas até chegar ao ponto mais alto da prova, a Pedra da Mina(2750m). Um pouco antes da subida final, uma parada para abastecer de água todos os reservatórios, pois o próximo ponto apenas num lugar conhecido como Paiolinho, umas 6 a 8 horas a frente. A chegada ao cume foi por uma longa rampa de capim baixo e pedras iluminadas pelo sol da tarde, mas que nem por isso dispensavam o corta-vento. Lá em cima informação ao PC, uma checada no horário(17:00), fotos e uma parada...

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Palco da Maratona dos Perdidos no Plug! RPC
maio25

Palco da Maratona dos Perdidos no Plug! RPC

Vai encarar a Maratona ou a Ultra dos Perdidos? Confira nos vídeos os fabulosos locais de travessia da prova no município de Tijucas do Sul (PR), a matéria contou com a participação do organizador da prova Ricardo Tourinho Beraldi da TRC, passando pelo Morro dos Perdidos (1439m) e também pelo Araçatuba (1673m). Confira no site oficial da RPC: http://gshow.globo.com/RPC/Plug/noticia/quer-conhecer-tijucas-do-sul-vem-com-o-plug.ghtml Ou pelos players abaixo: Parte 1: Parte 2: Espero que...

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Juntar atividades do Strava ou outro app de esportes em uma só (TCX Converter)
maio25

Juntar atividades do Strava ou outro app de esportes em uma só (TCX Converter)

Salve pessoal! Final de semana passado realizei a Short Mision Brasil 2017, uma prova de longa duração na região de Passa Quatro MG. Infelizmente o meu relógio Nike+ Sportwatch GPS possui uma bateria limitada, gravando no máximo 7 horas de percurso, levei o celular para assim que acabasse a bateria do relógio eu usasse um app de corrida, utilizei o Runtastic pois não sabia se a região que passaríamos teria cobertura de Internet (O Strava sem dados móveis não grava legal o percurso, fica um monte de retas). Com 31Km de prova o Nike morreu e liguei o Runtastic no celular somando mais 21Km de prova, ao jogar os percurso no Strava tive que fazer um parte 1 e parte 2, o que não fica muito legal, você perde RPs, segmentos, cálculos de altimetria, não é o ideal. Felizmente achei um app para computador (Windows, MAC e Linux) bem legal chamado TCX Converter, com ele você pode unir um mais arquivos GPX e depois upar para o Strava ou outro app de corrida. A utilização é bem simples, primeiro faça download dele clicando aqui (site oficial). Caso o site saia do ar pode clicar aqui (versão Windows) e fazer download direto do meu servidor. Após baixar o arquivo, extraia ele usando o WinRar ou WinZip e execute a instalação. Rode o aplicativo, no canto direito da tela selecione o idioma que você mais se adapta, no meu pequeno tutorial vou usar o inglês. conforme a tela abaixo: Depois clique no botão MULTI GPX, na janela que irá abrir clique em Add a file… procure os arquivos GPX em seu computador e os adicione na listagem de acordo com a ordem desejada (parte 1, parte 2, parte 3 etc…), a caixa que abre não é multi-seleção, você terá que adicionar a parte 1 e depois voltar em Add a file… para adicionar a parte dois, por fim clique no botão LOAD. Após este processo você já pode exportar o seu percurso unificado para os vários formatos disponíveis (TCX, GPX, KML, TRK, CSV e outros), basta clicar no botão Save o retrospectivo formato dentro da aba Export, o TCX Converter vai perguntar se você deseja incluir o HR no arquivo, esse HR é o Heart Beat, batimento cardíaco, se não tiver clique no NO.  Depois você pode acessar o seu Strava ou outro app de esportes pelo computador e fazer upload do seu percurso! Espero ter ajudado! Abraços, boas provas e treinos a...

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Back on the trails (+ Naventura Canion Guartelá)
maio22

Back on the trails (+ Naventura Canion Guartelá)

Olá amigos corredores segue o meu relato de retorno a provas de montanha e o relato da Naventura Canion Guartelá, se quiser pular direto pra parte do Cânion Guartelá clique aqui. Após mais de um ano sem participar de provas de corrida no dia 22 de abril o jejum foi quebrado. Estive ausente do site, treinos e provas pois passei por um período muito conturbado que envolveu uma gravidez de risco da minha esposa, o nascimento prematuro da minha filha e a adaptação a paternidade, a boa notícia é que agora tudo está como deveria estar, minha filha linda e saudável, minha esposa bem de saúde e a adaptação a paternidade essa não é fácil, mas ser pai é a melhor coisa da vida, é semelhante a encarar uma prova de montanha, você treina pesado, investe dinheiro em roupas, equipamentos, médico especialistas, alimentação diferenciada, passa por várias privações para no final fazer uma prova que vai te trazer muito cansaço, porém em contrapartida, também traz alegria, realização, satisfação, sentimento de vitória e saúde. Audrey minha filha, você é a maior e mais adorada montanha do papai! Sempre vou estar contigo! Nesse jejum que se iniciou lá por março de 2016 após a prova Naventura Garopaba em fevereiro, treinei pouco, acumulei pouca altimetria e muito peso corporal, cerca de 8Kg então o retorno não foi nada fácil, até tive períodos em que conseguia encaixar alguns treinos de montanha nos finais de semana, mas sem regularidade. Então em meados de fevereiro de 2017 surgiu a oportunidade de fazer a Short Mision Serra Fina 55K, eu me inscrito  para a prova em 2015 porém por motivos profissionais não pude ir, tentei várias vezes contato com a organização e nada de me responderem , fiquei muito indignado, felizmente por fim ao caso o amigo César que estava na mesma situação que eu, conseguiu contato com o Vero Astete, passei um e-mail pra ele e finalmente me responderam dizendo que eu podia usar a inscrição de 2015 como crédito para a edição de 2017. De fevereiro a maio (data da prova), seriam quase 4 meses, o suficiente para encarar os 55Km com 3500m D+, decidi iniciar o treinamento, fiquei muito empolgado e motivado, mas fui frustado logo no início com a notícia que a minha filha teria que tomar mais vacinas na rede particular, como ela nasceu prematura algumas vacinas da rede pública podem causar causar fortes reações, então para não correr esse risco somos obrigados a dar na rede privada, para terem ideia da exploração dos laboratórios não teve nenhuma dose de vacina que custou menos de R$ 500,00, imaginamos que após os 8 meses por ela já estar bem, poderia tomar na rede...

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Mini relato de prova: Naventura Garopaba 30Km
maio23

Mini relato de prova: Naventura Garopaba 30Km

Olá amigos, antes de qualquer coisa peço perdão por ter deixado o blog jogado as moscas durante tanto tempo, a realidade é que estou sem tempo de escrever as postagens, por isso ao invés dos tradicionais longos relatos de prova, vou começar a fazer mini relatos. E para iniciar pelo fim (ainda tenho 2 relatos antigos para serem publicados), segue o mini relato da prova da Naventura que ocorreu no dia 21/02/2016 em Garopaba SC. Naventura Garopaba 30Km, o percurso: De início fiquei pouco chateado quando o percurso perdeu 200m de desnível positivo do divulgado inicialmente, mas durante a prova nem fez falta (ainda mais que eu não estava bem), a Naventura ofereceu um percurso desafiador com vários tipos de terrenos, o primeiro desafio foi o Morro do Silveira, que apesar de não apresentar elevada altimetria tinha uma boa inclinação o que não facilitou a vida dos atletas, o visual lá de cima é deslumbrante. Na sequência voltamos para a praia central, rodamos alguns kms e entramos em ruas e estradas da cidade, até que surgiu outro morro com boa inclinação e muito barro (choveu muito no dia anterior), meus tênis (e dos outros também) formaram uma pesada e escorregadia crosta de barro, descemos o morro e entramos em mais estradas e ruas. Finalmente chegamos no morro mais alto da prova, 310m de altitude (lembrando que saímos do nível do mar, 0m), subidinha curta na quilometragem mas muito íngreme e demorada consequentemente, ofereceu uma das vistas mais bonitas da prova, na descida uma trilha escorregadia e bem técnica. Após alguns km correndo em ruas e estradas (ao lado da bela lagoa do Siriú) chegamos nas Dunas do Siriú, belíssimas, achei interessante que lá só se ouve o sopro do vento, nenhum outro tipo de som, o que gera uma paz e desespero ao mesmo tempo kkkk Creio que foram uns 3Km de dunas, após elas entramos numa pequena trilha de areia fofa ( bem tenso) e finalmente os 5Km finais na bela e quase deserta praia do Siriú. Tivemos algo entre  929m e 1129m (corri com 2 GPS´s) de desnível positivo, minha única ressalva no percurso foi a grande quantidade de ruas pavimentadas e estradas, mas entendo a complexidade de encaixar um percurso mais técnico dentro da de Garopaba, que é grande e tem atrações distantes uma da outra e a única forma de ligação são as ruas e estradas. Gostei muito do percurso, Nota 8,5!  Resumo da organização Naventura Garopaba 30Km: A organização foi de alto nível, até onde eu sei tudo correu como o planejado. Boa marcação, muitos staffs e pontos de abastecimentos (a maioria com hidratação gelada :), pós prova...

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Relato de prova: Naventura Ouro Fino 30km
maio01

Relato de prova: Naventura Ouro Fino 30km

No dia 20 de fevereiro ocorreu a primeira etapa do Circuito Naventura de Corridas de Montanha, em 2016 se comemora o décimo aniversário da empresa e quem ganha são os atletas, como forma de valorização de seus clientes a Naventura abrirá por 10 dias um lote promocional para todas as provas no valor de R$ 110,00, o que é uma excelente oportunidade para correr uma prova de montanha bem organizada e estruturada por um valor justo e acessível, bem diferente de várias outras empresas que estão cobrando pequenas fortunas por provas de montanha que nem são tudo aquilo. E eu tive a oportunidade participar da prova de uma maneira inédita pra mim, ganhei a inscrição em uma promoção no Instagram na Naventura, fiquei bem contente, pois nunca ganhei ou fui sorteado em nada (eu já disse que não acredito em sorte? continuo não acreditando no acaso). A prova ocorreu na Estância Mineral Ouro Fino na região de Bateias, próximo a Campo Largo, apesar de já terem realizados outras provas no local, essa teve percurso alterado, incluindo o Morro da Endoença, muito casca grossa, conto mais pra frente e o já conhecido Morro da Palha. Pela altimetria apresentada no mapa do percurso de 30Km eu já esperava uma prova dura, mas nada extraordinário e aconteceu exatamente o contrário tivemos uma prova de nível de dificuldade igual ou superior ao Araçatuba Half Marathon. Às 09:00 (em uma altitude de 882m) mais de 600 atletas largaram (todas as distâncias largaram junto), larguei ao lado dos amigos César e Dirceu, mas logo nos distanciamos na multidão, os primeiros metros foram no asfalto, mas logo em seguida entramos em uma estrada de chão com muita lama (segundo os locais havia chovido na noite anterior), dessa vez consegui me policiar e não largar num ritmo forte, o que também tem sua desvantagem, tive que fazer muitas ultrapassagens e apesar da estrada não ser single track também não era muito larga, o que me obrigava a passar pelo “acostamento” com mais lama. Creio que seja mais fácil pra organização de prova fazer todas as largadas ao mesmo tempo, porém não vejo vantagem para os atletas ainda mais quando a prova tem centenas de participantes, superlotação em uma prova de trail tira toda experiência do atleta de contato com a natureza, de momentos de estar sozinho, em silêncio A lama diminuiu mas o piso continuava molhado e mais liso, quase escorreguei duas vezes e vi alguns atletas indo pro chão, as subidas ficaram mais fortes e muitos começaram a andar o que facilitou as ultrapassagens, e por uns 8Km foi uma montanha russa de subidas e descidas fiquei feliz...

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Relato de prova: Pro Trail Running e Copa Brasil de Corrida em Montanha Paranaguá
nov27

Relato de prova: Pro Trail Running e Copa Brasil de Corrida em Montanha Paranaguá

Outubro foi o meu mês de provas,  no dia 18 participei da 14ª Corrida da Serra da Graciosa uma das mais tradicionais corridas do gênero Uphill no país, com percurso de 20Km e aproximadamente 1000m de desnível positivo, a prova contou com mais de 800 atletas inscritos que encararam frio, neblina, rajadas de ventos e chuva, foi uma bela oportunidade para encontrar vários amigos e correr em segurança na bela Estrada da Graciosa (você até pode correr lá final de semana, mas a estrada não tem acostamento, os carros ficam tirando fino), meu objetivo era um tempo de prova de 2h, mas estaria satisfeito se o tempo fosse abaixo de 2h30m, e não é que acertei na mosca! Meu tempo líquido foi de 2 horas e 37 segundos , fiquei muito contente com a minha evolução, como comparação em abril deste ano eu fiz a Meia Maratona de Balneário Camboriú em 1h57m, prova que o desnível positivo que não chegou a 300m. Dirceu, Luiz e eu (o cara de rosa eu não lembro o nome). Foto: Amazing Runs Subida da serra com o Thiago Cerdeiro Foto: niltonjunior fotografia 20Km finalizados! Foto: niltonjunior fotografia Link para a minha prova da Corrida Graciosa no Strava: https://www.strava.com/activities/415617256 Saiba mais como foi a prova da Serra da Graciosa: http://www.amazingruns.com.br/#!A-14ª-CORRIDA-DA-SERRA-DA-GRACIOSA-VOLTOU/c1gk0/56255a100cf2c3a4a716cffe No final de semana seguinte tinha mais uma prova agendada a Pro Trail Running 10Km, do mesmo organizador da X-Trail Run (que na ocasião me surpreendeu positivamente) tanto que escrevi um relato aqui. Um dia após a Corrida da Graciosa conversando com amigos uma prova me chamou a atenção, a Copa Brasil de Corrida em Montanha Paranaguá, o percurso passaria pelo Parque Estadual Saint Hilarie, tendo como destaque o Morro do Inglês, pelo perfil altimétrico o percurso de 21Km teria mais de 1500m D+, fiquei alucinado, e além disso vários amigos já estavam inscritos, minha inscrição foi confirmada na terça-feira e na quarta-feira um notícia bombástica, alteração no percurso, não conseguiram autorização ambiental do parque, conforme imagem abaixo. Vários atletas ficaram revoltados e foram para as redes sociais reclamar (inclusive eu), logo em seguida a organização anunciou o novo percurso que seria na Ilha do Mel, o que gerou mais protestos por conta da logística de transporte e custos envolvidos, felizmente a organização ouviu os atletas e mais uma vez alterou o percurso, porém o percurso não era nada desafiador como o primeiro proposto, mais reclamações, vários atletas estavam solicitando o reembolso da inscrição, porém conforme de acordo com o regulamento da prova,  o percurso poderia ser alterado caso houvesse algum risco para os atletas, depois de ler o regulamente desisti de pedir reembolso e decidi que iria participar da prova mesmo ela tendo passado de corrida de montanha para...

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