Diego Denega, Autor em TrailRunning.NET | Corridas de Montanha - Página 2 de 4 | TrailRunning.NET | Corridas de Montanha
Breve relato de prova: X-Trail Run 2015
jul01

Breve relato de prova: X-Trail Run 2015

No dia 27 de junho de 2015 (sábado), foi realizado no Parkball Centro de Eventos em São José dos Pinhais a prova X-Trail Run 2015 com distância de 8Km. Não criei muitas expectativas, o que foi muito bom, pois na retirada do “kit” simplesmente não havia um kit, apenas o numeral e o chip, tá certo que o valor da inscrição foi baixo, salvo engano creio que paguei R$ 20,00, e o no primeiro lote era apenas R$ 10,00, mas ainda assim pela quantidade patrocinadores (Prefeitura de SJP, Sanepar, Luson, Artany e outros…) deveria ter pelo uma camiseta (já fiz outras provas de R$ 20,00 que tinham kits consideráveis), porém a cereja do bolo foi que a  primeira data da prova (17/05) foi cancelada por falta de alvará da prefeitura um dia antes da prova, remarcaram para o dia 27/06 e felizmente a prova aconteceu conforme o previsto, mas essa foi uma falha grave pelo o que fiquei sabendo tinha gente de outros estados vindo exclusivamente para a prova. Finalmente chega o dia 27/06 e no local da prova, tudo nos conformes, som ambiente, bastante espaço, muitas informações sobre o percurso eram dadas no som, apenas uma ressalva para o banheiro feminino que formava uma fila de 50m. Às 15:00 a largada, achei o percurso bem interessante e desafiador, apesar de não apresentar grande altimetria, tinha subidas, descidas, single tracks e lamaçais, o que decepcionou um pouco foi o fato dele só ter 4Km, sendo necessário 2 voltas para completar os 8Km, eu particularmente acho muito tedioso e desmotivador ficar dando voltas em circuitos, mas ainda assim foi divertido, como não portava GPS vou ficar devendo o mapa e altimetria, assim que eu conseguir o GPX com alguém eu posto aqui. Destaque para o staff da prova que foi composto por escoteiros, achei muito legal, todos super empolgados em suas atividades, como pode ser visto na foto abaixo. No final da prova mais surpresas, primeiro uma fila gigantesca para retirar a medalha, vale ressaltar que haviam mais de 500 participantes, ainda assim devia ter sido planejado uma retirada de medalha mais eficiente, e segundo que a medalha não é da mais belas, feita de maderite com uma impressão falha colada nela, pode-se considerar uma medalha ecológica o que é legal, mas podia ter um acabamento mais bacana. Enfim este foi o resumo da prova X Trail Run 2015, passei no cronometro da prova com 55m54s (apesar do meu tempo divulgado ser de 56 minutos redondos),  não considerei um tempo ruim levando em conta que nos último meses meus treinos reduziram drasticamente (nada de treino de montanha), achei uma prova bem bacana com alguns (vários) pontos que...

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Relato de prova: XTERRA COSTA VERDE I ENDURANCE 50K
maio06

Relato de prova: XTERRA COSTA VERDE I ENDURANCE 50K

Hoje deixo o meu breve relato sobre o XTERRA Costa Verde I Endurance 50K 2015, a prova foi realizada na cidade de Mangaratiba – RJ na região chamada de Costa Verde nos dias 07 e 08 de março. Empreendido pelo XTERRA BRASIL, o evento é um verdadeiro festival esportivo, como eu nunca tinha visto antes, tudo começou na sexta-feira com a retirada de kits  e finalizou no domingo com a prova de triathlon e as premiações. Pessoalmente essa foi uma prova muito especial, pois foi a minha primeira maratona, já me sentia preparado a um bom tempo para realizar os 42Km, porém estava aguardando uma prova memorável e posso dizer que o Endurance 50K atendeu as minhas expectativas. A sede da prova foi no hotel Portobello Resort e Safari, um hotel bem “simples”, com pista de pouso para aviões de pequeno porte, marina, heliporto e como o nome já diz um safari.rs A organização da prova fechou um contrato para hospedagens com valores promocionais, a diária para o apartamento single standard custava módicos R$ 640,00, ficamos em um hotel bem simples (e sem café da manhã) chamado Jacareí Nevada Praia Hotel onde a diária saiu a R$ 165,00 para duas pessoas, um dica importante para quem for participar de futuras edições, reserve o seu hotel com muita antecedência, por pouco mais poderíamos ter ficado em um hotel com estrutura e conforto superior, mas demorei para fazer a reserva e já estava tudo ocupado. Às 07:00 do sábado foi dada a largada para os atletas dos 50Km, o primeiro e segundo quilometro já iniciam com um desnível positivo de quase 100m, e na sequência o oleoduto da Petrobras, que não é um trecho muito longo, cerca de 2Km mas com muito desnível (+200m), depois disto um trecho quase plano em meio a estradinhas da região. Algumas semanas ante desta prova fiz um treino na Estrada da Graciosa no Paraná, o mesmo foi de muita valia, pois na prova passamos pela chamada Serra do Piloto, de certa forma bem parecida com a Estrada da Graciosa, foram 7Km com 250m de desnível positivo, infelizmente no asfalto, mas com uma bela vista para o litoral e monstruoso oleoduto que passamos anteriormente. No km15/16 chegamos ao posto de controle, que contava com uma mesa com frutas e Coca Cola, após aquela revigorada, iniciou-se uma descida forte, descemos tudo o que subimos e mais um pouco, voltamos a pegar o oleoduto no sentido contrário, dessa vez sem o vigor da primeira passagem, mas ainda assim estava me sentindo bem, porém no km38 as pernas começaram a falhar já era um trecho praticamente plano, durante toda...

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Novidade: K21 Series Joinville
jan23

Novidade: K21 Series Joinville

Após a estréia da etapa de Curitiba em 2013, a K21 Series traz mais uma boa surpresa para os corredores de Santa Catarina e do Paraná, a K21 Series Joinville, com distâncias de 5 Km, 10 Km e 21 Km. A prova será realizada no dia 14 de junho de 2015. O percurso oferece em sua geografia os atrativos da mata atlântica. É cercada por montanhas cujo ponto mais alto é o Pico Serra Queimada (1325 metros), Serra da Tromba (967 metros) e Pico Jurapê (1149 metros). Mais informações: http://k21series.com/joinville/ Confira algumas fotos da região: Morro da Tromba 967m – Crédito da imagem: Go Faster Morro da Tromba 967m – Crédito imagem: Montanha Livre Pico Jurape 1149m – Crédito da imagem: Itamauro Pico Jurape 1149m – Crédito da imagem: Gofaster Pico Jurape 1149m crédito da imagem : Montanha Livre Serra Queimada 1325m Crédito da imagem: Ademir Sgrott Vista do Morro da Tromba 967m Crédito da imagem: Montanha Livre Abraços e até a próxima corrida!    ...

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O melhor pior treino que já fiz (Colônia Castelhanos)
dez14

O melhor pior treino que já fiz (Colônia Castelhanos)

O Paraná é um estado privilegiado para a prática do trail running, principalmente nas redondezas da capital, temos o Morro do Canal\Caminho Trentino, “Cross da Copel”, Morro da Palha, Morro do Capivari, Morro dos Perdidos, Morro do Araçatuba, Serra do Quiriri isso sem contar as montanhas da Serra do Mar como o Pico Morumbi, Pico Paraná, Anhangava e várias outras. Esse mês (dez/14) estou completando 1 ano e 5 meses de prática do trail running, não é muito, mas desde o meu início já treinei em vários dos locais que citei acima, muitos dele com elevado grau dificuldade, e por incrível que pareça o treino mais casca grossa não é no Morro dos Perdidos com sua subida “interminável” de 4,5 Km e mais de 700m de desnível positivo (isso quando não fazemos o percurso 2x), ou mesmo o Morro do Araçatuba com 1500m de desnível positivo, paredões de rocha escorregadias e trilhas técnicas. O mais casca grossa, o “melhor pior treino” fica em uma estrada de chão com entrada pela  BR 376, na Colônia Castelhanos. A Colônia Castelhanos é situada a aproximadamente a 70 Km de São José dos Pinhais (sede do município) com acesso pela BR-376 e em uma área de preservação ambiental, foi colonizada inicialmente por indígenas, depois por imigrantes ucranianos e poloneses.   Não vou explicar o acesso detalhadamente, acesse o link: https://danielcastelhanos.wordpress.com/2013/05/15/acesso-via-br-376-km-664/  que você terá uma explicação detalhada. Deixe o carro estacionado na frente da lanchonete. Vou  descrever o percurso de 31 Km, a altitude no início da estrada é de 785 m, e o percurso começa com um trecho misto de subidas e descidas, e nos primeiros quilômetros é fácil manter um bom ritmo, na sequência se encontra uma bifurcação com um ponto de ônibus a esquerda, este local é importante pois é ali que se define se o treino será no sentido horário (esquerda), ou anti-horário (direita), costumamos fazer no sentido anti-horário devido a maior quantidade de pontos de hidratação, mas não se preocupe você irá sofrer em qualquer um dos dois, vou descrever o o sentido anti-horário. Por volta do Km 4,5 se inicia uma descida de 10 Km até o centro do vale, a altitude no ponto mais baixo é de 251 m. Se tiver chovendo ou a estrada estiver molhada, vai ser uma descida com muita lama por isso é recomendado ir com um tênis que tenha travas no solado, e mesmo assim irá grudar barro, mas as chances de escorregar e cair diminuem. Fique atento que nessa descida há um ponto de hidratação (uma pequena bica na lateral da estrada), eu  nunca a percebi, mas vários colegas dizem que ela está lá, quase no final do vale você...

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10Km de trilhas na mata atlântica (ou quase isso)
dez01

10Km de trilhas na mata atlântica (ou quase isso)

No último domingo (30/10) participei da prova Trail Mata Atlântica 10K Antonina da Correr e Nadar, na divulgação do evento constava como um percurso 100% em trilha, na realidade deve ter sido uns 90%, mas com a margem de erro do IBOPE…rs Nada que desabone a prova, esses 10% na estrada de chão (com lama) foram importantes para “desafogar o trânsito”. O evento contou com mais de 100 atletas a maioria de assessorias esportivas (João Andarilho, Academia Reação, Studio Naréu, Diniz Treinamentos e várias outras), arrisco a dizer que esse número foi ideal, acima disto teríamos os terríveis congestionamentos na trilha. A largada aconteceu no horário programado (09:00), os atletas se posicionaram no pequeno pórtico e largaram, tentei ficar bem próximo a saída para evitar o congestionamento, mas não teve jeito era muita gente, não consegui caminho livre, em menos de 300m rodados surge o primeiro obstáculo, atravessar o Rio do Nunes com sua água gelada e pedras escorregadias, como tinha muita gente atravessando a água ficou turva e alguns atletas usavam os outros como apoio sem o seu consentimento, paciência, trail running tem disso querendo ou não, é colaborativo. Após o rio veio um bom trecho de estrada de chão, o que permitiu separar um pouco os atletas, consegui ficar próximo ao primeiro pelotão e na segunda travessia do Rio do Nunes ninguém se apoiou em mim.kkk  Mais estrada de chão com lama, ultrapassei mais alguns e nem cedo e nem tarde surgiu a trilha single track, com muito barro e subida (começou a chover nessa hora),  as ultrapassagens reduziram bastante todo mundo foi mais ou menos no mesmo ritmo, até que a trilha ficou plana e deu para dar uma puxada, ainda assim ultrapassagens eram difíceis, no total devo ter passado apenas uns 5 na trilha, aproveitando-se de momentos em que os cadarços se desamarravam e de travessias de rios. No geral achei o percurso bem sinalizado, apenas em um trecho quase no final da prova me perdi um pouco, era um local em que a marcação indicava subida, mas era descida, o que me salvou foi o som da concentração que vinha de baixo, logo que finalizei a prova voltei neste trecho para orientar os corredores, acabei achando uma fita solta e fiz uma marcação complementar. O desnível positivo da prova ficou em 255m, mas a impressão que tive é que era um pouco mais do que isso, não levei o celular com o Runstatic para fazer a minha medição pois fiquei com medo de estragar o aparelho (teria molhado mesmo). O trecho de trilha foi bastante corrível (fora a subida) ofereceu o que se esperava, folhas caídas, tocos, troncos de árvores, lama,...

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Esse é o vídeo de divulgação de uma prova de Trail Running mais engraçado que você verá este ano…
set26

Esse é o vídeo de divulgação de uma prova de Trail Running mais engraçado que você verá este ano…

Site da prova: http://www.vulcanoultratrail.com/

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Vídeo do Corupá Extreme Marathon
ago06
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Já ouviu falar em Avulsão?
jul22

Já ouviu falar em Avulsão?

Recentemente participei de um treinamento para ser brigadista do prédio onde trabalho, dentre os assuntos abordados o que chamou mais atenção foi a fotografia de uma mão com um dos dedos decepados, ficando apenas um pequeno pedaço do osso. A imagem representava uma avulsão anelar (avulsão é o ato de rasgar o corpo), trata-se de um ferimento causado por um anel; eventualmente a vítima prende o anel em algo e ao tentar soltar ocasiona o ferimento. O exemplo mais comum ocorre ao descer / descarregar um veículo (normalmente caminhões), o individuo prende o anel em algum gancho ou prego e no momento da queda  o corpo da vitima é lançado e todo seu peso é multiplicado fazendo com que ocorra a dilaceração do dedo, outro exemplo, uma pessoa que se estica em uma prateleira alta para alcançar algo e fica presa em um prego não visível. Se apenas no uso diário do anel os riscos de avulsão são altos, imaginem na prática do trail running, na mesma hora imaginei um corredor em uma trilha prendendo o anel em um galho, ou apoiando as mãos em pedras e prendendo o anel. Desde que comecei a correr sempre tiro a aliança, uma para não perde-la e outra que já tinha essa ideia que poderia me machucar, só não imaginava a gravidade do ferimento. Então fica a dica, vai correr em trilha, montanha, ou mesmo na rua deixe a sua aliança, pulseira, corrente e anéis em casa, um gesto super simples que pode te salvar de ter que passar por um sofrimento desnecessário. Abraços, cuidem dos seus dedinhos e até a próxima! Ps: Não postei nenhuma foto, pois não é uma imagem legal de se ver, mas quem tiver curiosidade faça uma pesquisa por “avulsion finger”  no Google...

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Entrevista com Mari Almeida
jul01

Entrevista com Mari Almeida

Olá amigos corredores, hoje como entrevistada do TrailRunningNet temos a  corredora Mari Almeida. Tive o prazer de conhece-la  no Corupá Extreme Marathon em fevereiro deste ano, e nessa era de redes sociais, acompanhei seu crescimento em corridas de montanha, fiz o convite para a entrevista, ela aceitou e aqui estamos! Mari Almeida iniciou no universo das corridas em 2012, natural da cidade de Cascavel no estado do Paraná, aos 13 anos mudou-se para a bela e simpática Jaraguá do Sul no estado de Santa Catarina onde reside desde então. Formada em Pedagogia, atua como coordenadora do setor de desenvolvimento em uma confecção, tem 2 filhos, um deles já contaminado pelo “vírus” da corrida.   No Corupá Extreme Marathon em fevereiro de 2014, corremos um trecho juntos e me lembro que você disse que aquela era sua primeira prova de Corrida na Montanha, quais foram as suas impressões sobre essa prova em particular? Verdade, Diego foi minha primeira corrida de montanha, mas em trilhas já sou antiga, já fiz muita trilha/trekking em montanha na região de Curitiba e  em 2013 fiz uma das trilhas Inca no Peru, foram 4 dias de trekking intenso, chegamos a  5 mil metros de altitude, muita chuva, frio, vento, neve, lama e muita adrenalina nos trechos mais complicados. Sobre a prova de Corupá posso te dizer sinceramente que foi ali que me apaixonei pelas corridas de  montanha. Prova intensa, pesada, mas deliciosa! Não tinha ideia do que ia encontrar pela frente. Fui com a cara ou pernas no caso  e a coragem,  muita confiança e incentivo dos amigos e treinadora  que ficaram as 4 horas que demorei pra fazer os 24km, me esperando ansiosos e preocupados pois viam os outros corredores chegar sujos, machucados, e eu não aparecia, quando apontei na ultima reta de asfalto estavam todos me esperando, fui muito emocionante, ali vi que tinha me superado  e confesso que chorei muito. Mas eu curti muito a prova, bati muitas fotos pelo caminho, fiz amigos, me diverti  muito. Foi cansativa, mas terminar esse tipo de prova bem é uma vitória  e a sensação de superação é indescritível e Subir ao pódio em 2º lugar na categoria então foi demais!! Desde Corupá a acompanho pelo Facebook e vejo que seu currículo de Trail Running aumentou, poderia nos destacar outras provas que participou? Sim, como disse me apaixonei e estou procurando essas provas pra participar. – Mountain da Praia do Rosa em maio 21Km. – Cross aqui em Jaraguá de 6Km. – Desafrio em Urubici em dupla subi os 27Km. E agora em julho a Maratona dos Perdidos 13Km. Esse ano você participou da Maratona de Santiago, como foi a...

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(Review) Avaliação dos Óculos Arroyo Pack ORAO
jul01

(Review) Avaliação dos Óculos Arroyo Pack ORAO

Olá pessoal, Estreando a sessão de review do site, falarei sobre um item de proteção muito importante para quem corre em trilhas e ou montanhas. Um dos órgãos mais delicados do nosso corpo são os olhos, não preciso nem citar a enorme importância que estes dois carinhas tem, mais do que uma recomendação, creio que temos obrigação de mantê-los protegidos. Um galho, um inseto, uma pedra, ou qualquer objeto estranho que colidir com os olhos podem causar graves lesões, em casos mais graves levando até a perda da visão, então é melhor não vacilar. Para evitar ou diminuir esses riscos considero item obrigatório o uso de óculos de proteção durante a corrida (desde que rio Nhundiaquara levou os meus eu não usava o que me causava certa insegurança). A ORAO (Marca da Decathlon), trouxe um produto projetado exclusivamente para este fim. Trata-se dos ÓCULOS DE CICLISMO E CORRIDA ARROYO PACK ORAO, que acompanha 4 lentes que atendem todas as  condições climáticas. Comprei os óculos na loja física Decathlon Barigui, mas o mesmo pode ser adquirido por R$ 99,90 (mesma preço da loja física) através do link: http://www.decathlon.com.br/saude-e-oculos-37631/optica/oculos-para-ciclismo-e-corrida/oculos-de-ciclismo-e-corrida-arroyo-pack-orao_35755?cor=cinza Os óculos acompanham um belo case, muito resistente e bonito, traz 4 lentes (Preta, Amarelo, Transparente e um Marrom rosado), manual e lenço de limpeza, a qualidade realmente impressiona. Fiz a estreia dos meus óculos em um treino de 16Km no Morro do Araçatuba, num percurso repleto de subidas íngremes em pedras, campos de altitude com fortes ventos e trilhas fechadas.  A primeira impressão positiva que tive foi relativo a leveza, os óculos tem apenas 30g, depois de alguns minutos de uso, passei a não senti-lo. O dia estava frio e com neblina, escolhi a lente amarela para o treino, o percurso se inicia com uma trilha  coberta de árvores que mesmo em dias claros é escura, a visibilidade com os óculos manteve-se boa durante toda trilha. Assim que saí da trilha, tivemos neblina e fortes ventos, mais uma vez os óculos foram de grande valia, primeiro no quesito proteção contra o vento, desde criança meus olhos são muitos sensíveis, uma leve brisa gelada e já começam a lacrimejar, apesar dos óculos não serem envolventes, as lentes formam uma boa proteção contra o vento, e a visibilidade com a lente amarela na neblina é muito boa, é como comparar a qualidade de imagem de uma tv analógica  e uma digital Full HD, o ganho de definição e contraste é considerável. Após a subida até o cume do Araçatuba, o tempo abriu e foi hora de correr na Lapinha, se inicia uma descida em meio a campos de altitude com trilhas enlameadas onde levei 3 tombos, na velocidade da corrida e...

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